Princípios Fundamentais Da Cruz Vermelha
Embora já praticados por Henry Dunant, no ano de 1855, em Solferino, na Itália, quando ajudou aos soldados feridos naquela batalha sangrenta, os princípios fundamentais da Cruz Vermelha Internacional foram proclamados pela 20ª Conferência Internacional da Cruz Vermelha, Viena, em 1965.
Humanidade
O Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, nascido da preocupação de prestar auxílio sem discriminação aos feridos dentro dos campos de batalha, esforça-se por prevenir e aliviar, em todas as circunstâncias, o sofrimento humano.
Tem em vista a proteção da vida e saúde, bem como a promoção do respeito pela pessoa humana. Favorece a compreensão mútua, a amizade, a cooperação e uma paz duradoura entre todos os povos.
Imparcialidade
O Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho não faz qualquer distinção quanto à nacionalidade, raça, religião, condição social ou filiação política. O Movimento empenha-se unicamente em socorrer todos os indivíduos na medida do seu sofrimento e da urgência das necessidades.
Neutralidade
A fim de guardar a confiança de todos, o Movimento abstém-se de tomar parte nas hostilidades e em controvérsias de ordem política, racial, religiosa ou ideológica.
Independência
O Movimento é independente. As Sociedades Nacionais, auxiliares dos poderes públicos no desempenho das suas atividades humanitárias, e submetidas às leis que regem o seu país respectivo, devem guardar uma autonomia que lhes permita agir sempre de acordo com os princípios do Movimento.
Voluntariado
O Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho é uma instituição de socorro voluntária e desinteressada.
Unidade
Só pode existir uma única Sociedade Nacional da Cruz Vermelha ou do Crescente Vermelho em cada país. Ela deve estar aberta a todos e estender a sua ação humanitária a todo o território nacional.
Universalidade
O Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho é uma instituição universal, no seio da qual todas as Sociedades têm direitos iguais e o dever de ajuda mútua.
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Dr Wagner Paulon Psicanalista e Mestre em Psicopatologia pela (Escola Paulista) em SP-BRASIL; Formação Integral e Análise Didática em Psicanálise; Psicólogo Clínico pelo (Saint Meinrad College) em USA; Pedagogo pelo (FEC-ABC) em SP-BRASIL; MBA pela (University Abet) em USA; Curso de Especialização em Entorpecentes pela (USP) em SP-BRASIL; Livre Docente em Faculdades e Universidades Brasileiras; Exerce atividades Clinicas e Educacionais há mais de trinta e cinco anos; Membro de varias Sociedades Científicas Internacionais; Membro da “Cruz Vermelha Brasileira - Filial Estado de São Paulo”; Membro da Organização Internacional “Médicos Sem Fronteiras” e Atual Diretor do Centro Psicanalítico de Ubatuba-SP. |
Fonte: Article Marketing Brasil
Dr. Wagner Paulon
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