A Fera Assassina: O Homem
A agressividade é um comportamento extremamente difundido, e por isso mesmo profundamente inquietante. Para muitos a tendência para a agressão radica nas mais fundas camadas da mente, constituindo uma determinação essencial à própria natureza do ser humano.
A rigor, nada se poderia fazer contra ela, a não ser reprimi-la. Seria correta essa tese e deveríamos aceitar uma tal visão pessimista? Ou, pelo contrário, o problema tem sido colocado de maneira errada, sendo necessário estudar cuidadosamente a agressividade, a fim de encontrar os instrumentos para superá-la?
Se estivermos dispostos a controlar a agressividade, a primeira questão que se impõe é saber se ela é instintiva ou resulta de frustrações. Em outros termos, se forem deixados em paz e livres de ameaças, os homens se respeitarão uns aos outros? Ou existe um impulso espontâneo para o comportamento agressivo, que precisa ser controlado?
Alguns estudiosos acreditam que os homens são inatamente agressivos, e fundamentam sua tese mostrando as raízes animais da conduta humana.
Outros encaram essa tese como apenas uma nova roupagem da depravação inata do homem. Para os que se opõem à tese de que a agressividade é inata, essa idéia não tem fundamento científico, pois baseia-se em ilegítima extrapolação do comportamento animal para o comportamento humano.
Enquanto o primeiro é fundamentalmente instintivo, o segundo é quase todo aprendido. Inúmeros psicólogos e sociólogos, sobretudo os da corrente liderada por J. Dollard, acreditam que a fé na infinita maleabilidade do homem constitui um pressuposto básico para a teorização. Para eles, é cientificamente inadequado descrever a agressividade humana nos termos utilizados para descrever o comportamento dos animais.
A agressividade humana é mais complexa do que a dos animais, e é necessário considerar as múltiplas facetas do problema para compreendê-lo corretamente.
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Dr Wagner Paulon Formação em psicanálise (escola paulista), mestre em psicopatologia (escola paulista), psicologia (saint meinrad college) usa, pedagogia (fec abc), mba (university abet) usa, curso de especialização em entorpecentes (usp), psicanalista por muitos anos de vários hospitais de são paulo (35 anos), hospital beneficiencia portuguesa de são caetano do sul - são paulo-brasil. clínica maia - são paulo-brasil, instituto de previdencia e assistencia social municipal de s.c.s. - são paulo-brasil, hospital santa clara - são paulo-brasil, clinica médica dr.mario jõao salviatto - são paulo-brasil, hospital das nações santo andre - são paulo-brasil período de 1986 a 1991, psicanlista do sindicato dos metalurgicos de são caetano do sul - são paulo-brasil, psicanalista da industria z. f. do brasil-s.c.sul-brasil, psicanalista do sindicato dos propagandistas de produtos farmacéuticos de são paulo-são paulo-brasil, membro da cruz vermelha brasileira (regional são paulo), i.e. s. a. - international society for electrosleep and electroanaesthesia, inc.graz-1978-5-17 -(austria), i.c.a. a - international council on alcohol and addictions, crtp conselho regional de terapeutas - são paulo-brasil, cbp conselho brasileiro de psicanálise - são paulo-brasil, sinpesp sindicato dos psicanalistas do estado de são paulo, apesp associação dos psicanalistas do estado de são paulo - são paulo-brasil, ex-professor de escolas estaduais e particulares do estado de são paulo (biologia, botanica e zoologia), ex-diretor-assistente do colegio estadual de são caetano do sul, livre docente de várias faculdades, ex-professor de psicopatologia da escola superior de psicanálise de são paulo, ex-diretor de relações humanas do sabetur, membro de várias sociedades internacionais.
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Fonte: Article Marketing Brasil
Dr. WAGNER PAULON 1971 - 2008
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