Dar Ou Não Esmolas? Eis A Questão
“.. na saúde ou na doença, na alegria ou na tristeza, na riqueza ou na pobreza...”
Esse discurso do altar é praticamente conhecido por todos. Trocando em miúdos, a vida é uma roda gigante. O mundo gira. Um dia empregado e no outro desempregado. Um dia no prato tem salmão, arroz do bom, feijão vermelhinho e dakota e no outro só feijão preto.
Dizem que quem vê cara não vê coração. Cada um tem sua história, sua marca. Todo cuidado é pouco na hora de julgar.
Mas, com toda a sinceridade do mundo, é insuportável ser abordado por jovens saradíssimos em frente a faróis mendigando centavos — dos males o menor? Ou pior seria pensar: menos mal que o cara não chegou com uma pistola automática. Uns são até sinceros, dizem que é para mais uma pinguinha.
Próximo a um farol de onde trabalho, tem uns marmanjos — os caras parecem até que freqüentam academia — pedindo migalhas; “tem 10 centavos moço?”. E olha que em Franca nunca foi de ter esse tipo de pedinte, tão comum em grandes centros. A cidade mantém bons projetos na área social, seja através da prefeitura, ONG´s ou iniciativa privada.
Mas a grande pergunta — pra quem tem alguma sugestão a dar nos comentários desse post — é: Por que não estão trabalhando? Segue uma outra questão, não menos importante: Você dá algo para um pedinte no perfil citado? E para terminar: O que você acha dessa e de outras cenas parecidas?
PS: A resposta seria simples demais se fosse porque não tem emprego/trabalho.
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Divã do Masini Marcos Masini é jornalista e escreve diariamente no blog Divã do Masini.
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Fonte: Article Marketing Brasil
Divã do Masini
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